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	<title>Uncategorized - Tudo Moz Digital</title>
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		<title>RENMOZ 2026 destaca investimento e parcerias para acelerar transição energética em Moçambique</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:02:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Maputo acolheu, nos dias 11 e 12 de Junho, a quinta edição da Conferência Empresarial Renováveis em Moçambique (RENMOZ 2026), evento que reuniu representantes do Governo, sector privado, investidores, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento para debater o futuro da transição energética no país. A conferência destacou a necessidade de mobilizar mais investimento, reforçar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p data-start="232" data-end="543">Maputo acolheu, nos dias 11 e 12 de Junho, a quinta edição da Conferência Empresarial Renováveis em Moçambique (RENMOZ 2026), evento que reuniu representantes do Governo, sector privado, investidores, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento para debater o futuro da transição energética no país.</p>
<p data-start="545" data-end="802">A conferência destacou a necessidade de mobilizar mais investimento, reforçar o papel do sector privado e transformar oportunidades em projectos concretos para acelerar o acesso universal à energia e expandir a capacidade de geração e transmissão eléctrica.</p>
<p data-start="804" data-end="1124">Com mais de 500 participantes de 18 nacionalidades, a RENMOZ 2026 confirmou o crescente interesse pelo sector das energias renováveis em Moçambique. Do total dos participantes, 45 por cento representavam empresas, 39 por cento instituições governamentais e públicas moçambicanas, e 10 por cento instituições financeiras.</p>
<p data-start="1126" data-end="1444">Na sessão de abertura, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, destacou que o alcance das metas nacionais de acesso à energia, industrialização, criação de emprego e aumento da competitividade económica exige elevados investimentos, apontando o sector privado como um parceiro central nesse processo.</p>
<p data-start="1446" data-end="1843">Por sua vez, o Embaixador da Alemanha em Moçambique, Ronald Münch, defendeu o reforço das parcerias para acelerar a implementação de projectos energéticos, enquanto os representantes da Associação Moçambicana de Energias Renováveis (AMER) e da Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) sublinharam a importância da conferência como espaço de diálogo, confiança e promoção de investimentos.</p>
<p data-start="1845" data-end="2242">Entre os principais anúncios realizados durante o evento destacam-se a apresentação do PROMIR-MZ, o lançamento previsto de um concurso para mini-redes no segundo semestre de 2026, a assinatura do acordo Subsidiary Agreement – PURE, os avanços do programa PROLER e a assinatura de um acordo de financiamento entre a ElectriFI e a Source Energia para apoiar projectos de energias renováveis no país.</p>
<p data-start="2244" data-end="2518">A conferência serviu igualmente de palco para a apresentação da quinta edição da publicação “Resumo: Renováveis em Moçambique”, que aponta para uma taxa de electrificação de 66,4 por cento em 2025 e reafirma a meta nacional de alcançar o acesso universal à energia até 2030.</p>
<p data-start="2520" data-end="2753">Segundo os dados apresentados, a capacidade instalada de geração eléctrica deverá aumentar de cerca de 2,9 gigawatts em 2025 para aproximadamente 9,5 gigawatts em 2032, mantendo as energias renováveis como principal fonte de geração.</p>
<p data-start="2755" data-end="3188">Apesar do potencial do sector, a mobilização de financiamento continua a ser um dos principais desafios. A Estratégia de Transição Energética prevê necessidades de investimento de 18,6 mil milhões de dólares até 2030 e superiores a 80 mil milhões de dólares até 2050. Entre 2013 e 2024, Moçambique recebeu 755 milhões de dólares em investimentos em energias renováveis, dos quais apenas 20 por cento tiveram origem no sector privado.</p>
<p data-start="3190" data-end="3691">Durante as sessões de negócio foram apresentadas diversas oportunidades de investimento em geração, transmissão, mini-redes, usos produtivos de energia e cozinha limpa. A Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou 16 projectos de geração e 11 de transmissão avaliados em mais de 4,6 mil milhões de dólares. Já a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) apresentou projectos avaliados em mais de 3,1 mil milhões de dólares, incluindo a Nova Central Norte, uma central solar e a modernização da Central Sul.</p>
<p data-start="3693" data-end="3936">No domínio das mini-redes, foram identificadas oportunidades associadas a sete pré-clusters, 100 locais e nove potenciais usos produtivos de energia, reforçando a aposta em soluções fora da rede para acelerar a electrificação das zonas rurais.</p>
<p data-start="3938" data-end="4293">O segundo dia do evento ficou marcado por debates sobre o desbloqueio de investimento para um crescimento energético inclusivo, cooperação regional no espaço da CPLP e pela realização do Seminário Nacional de Biocombustíveis 2026, que discutiu mecanismos para impulsionar o mercado, atrair financiamento e fortalecer a cadeia de valor dos biocombustíveis.</p>
<p data-start="4295" data-end="4615" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Organizada pela AMER e pela ALER, em parceria com o programa europeu GET.invest, a RENMOZ 2026 reafirmou o seu papel como plataforma de ligação entre visão estratégica, financiamento e implementação, num momento em que Moçambique procura consolidar-se como um mercado estratégico e um polo regional de energia renovável.</p>
</p></div>
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		<title>CULTIV’ARTE aponta investimento e internacionalização como desafios para o sector cultural </title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A necessidade de mais investimento, novas parcerias e acesso a mercados internacionais dominou os debates da terceira edição do Fórum Cultural e Criativo Cultiv’arte, que reuniu em Maputo artistas, gestores culturais e representantes do Governo para discutir estratégias de fortalecimento das indústrias culturais e criativas no país. Realizado ao longo de dois dias, o encontro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p><span style="font-weight: 400;">A necessidade de mais investimento, novas parcerias e acesso a mercados internacionais dominou os debates da terceira edição do Fórum Cultural e Criativo Cultiv’arte, que reuniu em Maputo artistas, gestores culturais e representantes do Governo para discutir estratégias de fortalecimento das indústrias culturais e criativas no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizado ao longo de dois dias, o encontro serviu de plataforma para a partilha de experiências, apresentação de oportunidades de cooperação e reflexão sobre os principais desafios que continuam a limitar o desenvolvimento do sector cultural em Moçambique. Num contexto em que a cultura procura afirmar-se como um instrumento de desenvolvimento económico e social, os participantes defenderam a necessidade de criar condições para transformar o potencial criativo existente no país em oportunidades concretas de negócio, emprego e geração de rendimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fórum reuniu profissionais de diferentes áreas das artes e da cultura, desde gestores de projectos culturais, produtores, artistas e empreendedores criativos até representantes de instituições nacionais e parceiros internacionais. Entre os temas que dominaram as discussões estiveram a capacitação dos agentes culturais, o acesso ao financiamento, a criação de redes de colaboração e a internacionalização dos projectos culturais moçambicanos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o coordenador do Projecto Cultiv’arte, Mattieu Gardon, esta edição procurou responder às preocupações dos profissionais que já se encontram inseridos no sector e procuram consolidar as suas iniciativas num mercado cada vez mais competitivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esta terceira edição está mais focada no meu projecto. Já tenho uma actividade, já estou trabalhando, mas como posso crescer? Como posso criar novas parcerias, principalmente públicas ou privadas? Como vou desenvolver meu mercado? Como posso me internacionalizar?”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Gardon, um dos objectivos centrais do fórum foi aproximar os fazedores de cultura nacionais de experiências e oportunidades internacionais que lhes permitam expandir os seus horizontes profissionais e comerciais. Para isso, o evento contou com a participação de representantes de festivais internacionais, programas regionais de cooperação e instituições ligadas ao desenvolvimento das indústrias culturais e criativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Teremos participantes estrangeiros, de festivais internacionais como o Bushfire, de outras áreas geográficas, como o projecto que temos no Oceano Índico, que traz oportunidades para moçambicanos, coisas pouco conhecidas. Também teremos um retorno da experiência continental, através do Instituto em Paris, que implementa grandes programas em outras regiões”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável considera que a criação de pontes entre os profissionais moçambicanos e os mercados externos pode representar uma oportunidade para aumentar a circulação de produtos culturais nacionais e abrir novas perspectivas para o sector.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nossa expectativa é que isso gere mais conexões. Os projectos que serão apresentados contam com a participação de profissionais do sector cultural e criativo nacional. Há também participantes que estão começando agora. Portanto, esse ecossistema deve favorecer ambos os lados”, acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da internacionalização, o fortalecimento institucional foi apontado como um dos pilares fundamentais para o crescimento sustentável das indústrias culturais e criativas. A </span><span style="font-weight: 400;">Secretária de Estado das Artes e Cultura</span><span style="font-weight: 400;">, Matilde Muocha, destacou os resultados alcançados pelo projecto ao longo dos últimos anos e sublinhou a importância da capacitação dos diferentes intervenientes do sector.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este é um projecto que tem um pilar muito importante: o fortalecimento institucional, ou seja, o fortalecimento do sector cultural e criativo do Ministério. Isso significa o desenvolvimento de competências para que esse sector possa impulsionar melhor o sector público”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Muocha, a iniciativa tem contribuído para o desenvolvimento de capacidades técnicas, para a promoção de espaços de diálogo e para a criação de instrumentos que possam apoiar a implementação de políticas públicas voltadas para o sector cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Um dos elementos é a formação de diferentes actores do sector para que possam desenvolver as suas capacidades. Outro aspecto é o desenvolvimento de políticas e instrumentos”, acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços registados, os participantes reconheceram que a questão do financiamento continua a representar um dos maiores obstáculos ao crescimento das indústrias culturais e criativas. Muitos profissionais consideram que o talento e a criatividade existentes no país nem sempre encontram o suporte financeiro necessário para garantir a sustentabilidade dos projectos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o assistente da iniciativa, Mélio Tinga, a consolidação do sector depende da existência de investimentos regulares e de longo prazo que permitam aos artistas desenvolver o seu trabalho com estabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O sector artístico tem a sorte de contar com esse investimento e acredito que precisa de ainda mais investimentos, porque a própria arte, sem um investimento sério, sem um investimento regular e recorrente, acaba fracassando de alguma forma”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tinga considera que programas de mobilidade, intercâmbios e fóruns de partilha de experiências desempenham um papel importante na valorização dos profissionais da cultura e na expansão das suas oportunidades de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Acho que o trabalho que a Cultiv’arte realiza em diferentes programas, em fóruns como este, em programas de mobilidade, por exemplo, que conectam artistas com outros espaços, com outras pessoas, é de grande valor, no sentido de ser uma ferramenta que permite expandir a sua rede de contactos e, a partir daí, podem surgir parcerias que tornem o seu trabalho ainda mais conhecido”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo do encontro, os participantes defenderam igualmente a necessidade de encarar a cultura não apenas como uma expressão artística, mas também como um sector económico capaz de gerar riqueza, emprego e inclusão social. O entendimento partilhado foi de que o fortalecimento das indústrias culturais e criativas exige uma acção coordenada entre Governo, parceiros de cooperação, sector privado e profissionais da cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira edição do Fórum Cultural e Criativo Cultiv’arte terminou com o desafio de transformar as reflexões produzidas durante os dois dias em acções concretas que contribuam para a sustentabilidade do sector. </span></p>
</p></div>
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		<title>Governo reforça aposta na saúde comunitária para reduzir mortalidade materna e infantil</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:28:01 +0000</pubDate>
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		<title>Fiéis e altas individualidades despedem-se de Dom Osório Citora em Quelimane</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:58:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sé Catedral de Nossa Senhora do Livramento, em Quelimane, acolheu, esta sexta-feira, a cerimónia fúnebre oficial de Dom Osório Citora Afonso, bispo assassinado na madrugada do passado sábado, na residência episcopal. Desde as primeiras horas do dia, centenas de fiéis acorreram ao templo para participar na celebração e prestar a última homenagem ao prelado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p><span style="font-weight: 400;">A Sé Catedral de Nossa Senhora do Livramento, em Quelimane, acolheu, esta sexta-feira, a cerimónia fúnebre oficial de Dom Osório Citora Afonso, bispo assassinado na madrugada do passado sábado, na residência episcopal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde as primeiras horas do dia, centenas de fiéis acorreram ao templo para participar na celebração e prestar a última homenagem ao prelado, num ambiente marcado pela consternação e pela oração. À medida que se aproximava o início da cerimónia, os bancos da catedral encontravam-se completamente ocupados, continuando a chegar crentes provenientes de diversos pontos da cidade e da província da Zambézia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cerimónia contou com a presença de altas figuras do Estado moçambicano, incluindo o Presidente da República, Daniel Chapo, acompanhado pela Primeira-Dama, Gueta Chapo. Esteve igualmente prevista a participação do Presidente da Assembleia da República, bem como de altas individualidades da Igreja Católica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A missa exequial foi presidida pelo Núncio Apostólico em Moçambique, reunindo membros do clero, representantes de instituições públicas e privadas e numerosos fiéis que quiseram prestar tributo a uma das figuras mais destacadas da Igreja Católica no País.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O funeral realizou-se dias após o homicídio de Dom Osório Citora Afonso, um crime que continua a suscitar indignação e que permanece sob investigação das autoridades competentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após as exéquias em Quelimane, os restos mortais do bispo deverão seguir para a província de Nampula, onde terá lugar, no sábado, a cerimónia de sepultamento num cemitério pertencente à Igreja Católica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Osório Citorra Afonso era reconhecido pelo seu percurso e dedicação à Igreja, tendo recebido formação em instituições de referência e desempenhado diversas responsabilidades ao longo da sua vida pastoral. </span></p>
</p></div>
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		<title>PR garante responsabilização dos autores do crime</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:56:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, Daniel Chapo, prestou, esta sexta-feira, homenagem a Dom Osório Citorra, durante as cerimónias fúnebres realizadas na Sé Catedral de Nossa Senhora do Livramento, em Quelimane, classificando a sua morte como uma perda irreparável para a Igreja Católica e para todo o povo moçambicano. Chapo reiterou ainda o compromisso do Governo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, prestou, esta sexta-feira, homenagem a Dom Osório Citorra, durante as cerimónias fúnebres realizadas na Sé Catedral de Nossa Senhora do Livramento, em Quelimane, classificando a sua morte como uma perda irreparável para a Igreja Católica e para todo o povo moçambicano. Chapo reiterou ainda o compromisso do Governo com o esclarecimento do assassinato do bispo.</p>
<p>Na sua intervenção, o Chefe do Estado afirmou que D. Osório Citorra Afonso foi uma figura incontornável da história contemporânea de Moçambique, destacando as suas qualidades humanas, o seu compromisso com a Igreja e o contributo prestado para o desenvolvimento do País.</p>
<p>“A sua partida prematura representa uma perda irreparável, não apenas para a família religiosa e biológica, mas também para toda a família moçambicana”, declarou.</p>
<p>Daniel Chapo considerou que o desaparecimento do prelado ocorreu num momento em que este ainda tinha muito para oferecer à nação e à Igreja, condenando a forma “bárbara e covarde” como foi assassinado na residência episcopal de Quelimane.</p>
<p>O Presidente da República sublinhou que, apesar da sua morte, o legado de Dom Osório Citora Afonso permanecerá vivo na memória dos moçambicanos, através da sua dedicação pastoral, da sua sabedoria e do serviço prestado às comunidades.</p>
<p>Na ocasião, reiterou o compromisso do Governo com o esclarecimento do crime, assegurando que as autoridades competentes prosseguem uma investigação rigorosa com vista à identificação e responsabilização de todos os envolvidos.</p>
<p>Segundo o Chefe do Estado, equipas especializadas do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) foram destacadas para Quelimane logo após a ocorrência do crime, contando com o reforço de investigadores provenientes de outras províncias.</p>
<p>Daniel Chapo revelou ainda que, no âmbito das diligências em curso, já foram detidas três pessoas suspeitas de envolvimento no caso.</p>
<p>“Reiteramos, perante as autoridades eclesiásticas, a comunidade cristã e os moçambicanos em geral, a determinação do Governo da República de Moçambique em assegurar uma investigação rigorosa e séria, com vista à identificação e responsabilização exemplar dos mandantes, autores materiais e autores morais deste crime”, afirmou.</p>
<p>O homicídio de Dom Osório Citora Afonso continua a gerar profunda consternação no seio da Igreja Católica e da sociedade moçambicana, que aguarda pelo esclarecimento das circunstâncias que conduziram à morte do prelado.</p>
</p></div>
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		<title>Narciso Matos revisita cinco décadas da história de Moçambique na obra “Kusheni”</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O académico e escritor moçambicano Narciso Matos lançou, na quinta-feira, na cidade de Maputo, a sua mais recente obra literária, Kusheni, assinada sob o pseudónimo de Musumbuluku Nhuvu. O livro propõe uma viagem pelos últimos cinquenta anos da história de Moçambique, cruzando memória pessoal e história colectiva através da trajectória de uma família moçambicana. Inspirada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p><span style="font-weight: 400;">O académico e escritor moçambicano Narciso Matos lançou, na quinta-feira, na cidade de Maputo, a sua mais recente obra literária, Kusheni, assinada sob o pseudónimo de Musumbuluku Nhuvu. O livro propõe uma viagem pelos últimos cinquenta anos da história de Moçambique, cruzando memória pessoal e história colectiva através da trajectória de uma família moçambicana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspirada em factos e personagens reais, a obra acompanha o percurso de um jovem, da sua companheira e dos seus filhos, tendo como pano de fundo alguns dos principais acontecimentos que marcaram o País desde a Independência Nacional até aos nossos dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a apresentação do livro, Narciso Matos afirmou que Kusheni resulta de um esforço de preservação da memória histórica e de valorização das identidades moçambicanas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando os colonizadores chegaram às nossas terras, tiraram-nos os nomes e, com eles, tiraram-nos o clã, a tribo e o grupo social. Depois disseram que nós não temos história. Musumbuluku procura negar essa falsidade. Procura dizer que temos, sim, um passado, temos um presente e desenhamos um futuro”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o autor, a obra procura evitar que experiências, vivências e acontecimentos marcantes da história nacional caiam no esquecimento, preservando testemunhos para as gerações actuais e futuras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na ocasião, o académico, escritor e chanceler da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, destacou a originalidade da narrativa, observando que Narciso Matos recorre ao personagem Musumbuluku Nhuvu para relatar a sua própria história na terceira pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Lourenço do Rosário, Kusheni ultrapassa a dimensão estritamente autobiográfica, constituindo igualmente o retrato de uma geração que viveu a transição para a Independência, participou na construção do Estado moçambicano e testemunhou profundas transformações sociais e políticas ao longo das últimas cinco décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">«A teoria literária consagra diferentes formas de um autor se apresentar como outro, seja através de pseudónimos ou heterónimos. Contudo, neste caso, Musumbuluku Nhuvu remete-nos para uma realidade associada às identidades construídas ao longo da história dos cidadãos moçambicanos nascidos no Estado colonial», referiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kusheni é a quarta obra publicada por Musumbuluku Nhuvu, depois de Ndangu wa Txindi na Musumbuluku (2023), Mishu 1952–1975 (2024) e Matlavi (2025), consolidando um percurso literário marcado pela valorização da memória, da cultura e da identidade moçambicanas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através desta obra, Narciso Matos convida os leitores a revisitarem momentos marcantes da história recente de Moçambique, reflectindo sobre a construção da identidade nacional, os desafios enfrentados por diferentes gerações e a importância da preservação da memória colectiva.</span></p>
<p> </p>
</p></div>
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		<title>Carta póstuma ao meu Irmão José Sixpence</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:35:20 +0000</pubDate>
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		<title>CMM anuncia interdição do comércio informal junto à Praça 25 de Junho</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:54:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho Municipal de Maputo (CMM) realiza, esta sexta-feira, uma conferência de imprensa para anunciar a interdição do comércio informal e da actividade de venda e compra de pescado, refeições e bebidas alcoólicas nas proximidades da Praça 25 de Junho, abrangendo as zonas da Fortaleza e do Porto de Maputo. De acordo com um comunicado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p><span style="font-weight: 400;">O Conselho Municipal de Maputo (CMM) realiza, esta sexta-feira, uma conferência de imprensa para anunciar a interdição do comércio informal e da actividade de venda e compra de pescado, refeições e bebidas alcoólicas nas proximidades da Praça 25 de Junho, abrangendo as zonas da Fortaleza e do Porto de Maputo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com um comunicado de imprensa emitido pelo Gabinete de Comunicação e Imagem do Município, a medida entra em vigor no próximo domingo, 14 de Junho, e visa pôr termo às actividades comerciais exercidas de forma informal naquele espaço da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Praça 25 de Junho constitui um dos principais pontos de actividade comercial da cidade de Maputo, acolhendo diariamente vendedores informais e diversas actividades ligadas à comercialização de pescado, refeições e outros produtos alimentares.</span></p>
</p></div>
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		<title>México vence África do Sul na abertura do Mundial 2026</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:38:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O México e a Coreia do Sul entraram com pé direito no Campeonato do Mundo 2026, ao vencerem respectivamente a África do Sul por 2-0 e a República Checa, por 2-1. Raúl Jimémez e Julián Quiñones foram os autores dos golos da selecção mexicana, numa partida em que os sul-africanos tiveram muitas dificuldades para reagir.  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p><span style="font-weight: 400;">O México e a Coreia do Sul entraram com pé direito no Campeonato do Mundo 2026, ao vencerem respectivamente a África do Sul por 2-0 e a República Checa, por 2-1. Raúl Jimémez e Julián Quiñones foram os autores dos golos da selecção mexicana, numa partida em que os sul-africanos tiveram muitas dificuldades para reagir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a Coreia do Sul garantiu o triunfo graças aos golos de Hwang Inbeom e Oh Hyeongyu. Com este resultado, as duas selecções assumiram a liderança do Grupo A. Esta noite, o Canadá enfrenta a Bósnia e </span><span style="font-weight: 400;">Herzegovina</span><span style="font-weight: 400;">, em jogo do Grupo B da prova. </span></p>
</p></div>
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		<title>Stella Mendonça e Sónia Mocumbi apresentam recital de ópera no Auditório MUSIARTE</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:24:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As cantoras líricas Stella Mendonça e Sónia Mocumbi apresentam, esta noite, às 19h00, no Auditório MUSIARTE, em Maputo, o recital “Golden Opera Duets”, um espectáculo dedicado a algumas das mais emblemáticas obras da ópera e da música vocal erudita. O concerto reúne composições de Wolfgang Amadeus Mozart, Gioachino Rossini, Gaetano Donizetti e Pauline Viardot, proporcionando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p>As cantoras líricas Stella Mendonça e Sónia Mocumbi apresentam, esta noite, às 19h00, no Auditório MUSIARTE, em Maputo, o recital “Golden Opera Duets”, um espectáculo dedicado a algumas das mais emblemáticas obras da ópera e da música vocal erudita.</p>
<p>O concerto reúne composições de Wolfgang Amadeus Mozart, Gioachino Rossini, Gaetano Donizetti e Pauline Viardot, proporcionando ao público uma viagem musical marcada por momentos de grande expressividade artística, virtuosismo vocal e riqueza interpretativa.</p>
<p>O programa integra duetos, árias e peças de câmara que abordam temas universais como o amor, a amizade, o poder, o sacrifício e a redenção, evidenciando a profundidade dramática e a elegância características do repertório lírico europeu.</p>
<p>As intérpretes serão acompanhadas ao piano por Susana Swanenpool, considerada uma das mais destacadas referências musicais da África Austral. A participação da pianista confere maior dimensão artística ao espectáculo, que procura igualmente valorizar o crescimento da música clássica em Moçambique e destacar a importância da formação especializada no desenvolvimento de talentos nacionais.</p>
<p>O recital insere-se na programação cultural da Fundação MUSIARTE, instituição que se tem afirmado como uma referência na promoção da educação musical, da criação artística e da divulgação do património cultural internacional junto do público moçambicano.</p>
<p>Através desta iniciativa, a Fundação MUSIARTE reafirma o seu compromisso com a formação de jovens músicos, a criação de oportunidades de apresentação para artistas nacionais e o fortalecimento do diálogo cultural através da música.</p>
<p>Mais do que um concerto, “Golden Opera Duets” constitui uma celebração da excelência artística e da crescente afirmação da música erudita em Moçambique, proporcionando ao público uma oportunidade singular de apreciar um repertório de reconhecido valor histórico e cultural.</p>
<p>A Fundação MUSIARTE – Conservatório de Música e Arte Dramática dedica-se ao ensino, produção e difusão das artes, promovendo a excelência artística, a educação cultural e a formação de novas gerações de músicos e criadores em Moçambique.</p>
</p></div>
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